“A vontade de querer preservar a si próprio é a expressão de um estado de indigente, uma restrição do verdadeiro e fundamental instinto vital, instinto que visa à expansão do poder e, em função disso, coloca muitas vezes em jogo e sacrifica a autoconservação. (...) “
Alguém escreveu:
"...Não existe nada mais complexo no mundo do que o ser humano. Complexo no sentido de intrincado, emaranhado, embolado, complicado. Vai entender a cabeça de uma pessoa que só vive insatisfeita com a vida..."
Eu acho difícil é entender a capacidade que o sistema teve de formatadar o ser humano e a capacidade que ele, o ser, teve e tem de se auto desviar do senso de erro que grita dentro dele. O erro está "fora" dele, num mundo aonde não é possível Ser, e que agora ele próprio, mundo, se afunda nos seus desatinos e pecados contra a Vida.
O ser humano só poderia mesmo se enrolar, se emaranhar, se intrincar, se complicar e se desintegrar neste contexto imposto (com tamanha brutalidade velada). Deve haver uma "cultura" sim, um código de leis, sinalizando nossa convivência..mas este deveria ser para proteger nosso direito à individualidade e a liberdade.
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